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  • MÃO AMIGA: Exército e seus brasileiros de etnia indígena

    11 de agosto de 2017

    Nas diversas organizações militares localizadas na Amazônia, a presença de índios nas fileiras do Exército é uma constante.Em 9 de agosto, é celebrado o Dia Internacional dos Povos Indígenas. A data foi instituída em 1994, por meio de resolução da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com o objetivo de incluir os índios na Declaração Internacional dos Direitos Humanos, garantir a preservação de suas tradições e homenagear as contribuições culturais para as mais diversas civilizações ao redor do mundo.

    O Exército Brasileiro tem uma longa tradição de respeito à história indígena. A gênese da Força Terrestre, na luta contra o invasor estrangeiro, no Século XVII, contou com a decisiva participação de Felipe Camarão, nomeado pela corte portuguesa como Capitão-Mor dos indígenas do Brasil. Ao lado de Francisco Barreto de Menezes,André Vidal de NegreirosHenrique Dias e João Fernandes Vieira, ele foi um dos patriarcas do Exército Brasileiro.

    Nesse sentido, já no Século XX, ganhou destaque o Marechal Cândido Mariano Rondon, descendente das etnias Bororó, Terena e Guará, mais tarde homenageado como Patrono da Arma de Comunicações. Desbravador da fronteira oeste brasileira e da Amazônia, Rondon notabilizou-se pelo respeito aos povos indígenas encontrados nas suas missões exploratórias. Ele cunhou a frase-síntese de como deveria ser pautado o relacionamento entre os militares e os habitantes originais daquelas terras: “Morrer, se necessário for! Matar, nunca”!

    Nas diversas organizações militares localizadas na Amazônia, a presença de índios nas fileiras do Exército é uma constante. Conhecedor profundo do inóspito ambiente operacional de selva, o combatente que traz essa origem contribui de forma decisiva para a manutenção da soberania nacional na região. Por sua vez, em muitos locais isolados da Amazônia, as comunidades indígenas contam com o Exército como única imagem palpável da existência do Estado brasileiro, tendo a oferta de serviços básicos de saúde, educação e cidadania.

    A participação do índio ocorre em todos os círculos hierárquicos da Força, incluindo o mais alto deles, o de oficiais-generais. Atualmente na reserva e presidindo a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o General de Brigada Franklimberg Ribeiro de Freitas é da etnia Mura e comandou a 1ª Brigada de Infantaria de Selva.

    Nesse sentido, já no Século XX, ganhou destaque o Marechal Cândido Mariano Rondon, descendente das etnias Bororó, Terena e Guará, mais tarde homenageado como Patrono da Arma de Comunicações. Desbravador da fronteira oeste brasileira e da Amazônia, Rondon notabilizou-se pelo respeito aos povos indígenas encontrados nas suas missões exploratórias. Ele cunhou a frase-síntese de como deveria ser pautado o relacionamento entre os militares e os habitantes originais daquelas terras: “Morrer, se necessário for! Matar, nunca”!

    Nas diversas organizações militares localizadas na Amazônia, a presença de índios nas fileiras do Exército é uma constante. Conhecedor profundo do inóspito ambiente operacional de selva, o combatente que traz essa origem contribui de forma decisiva para a manutenção da soberania nacional na região. Por sua vez, em muitos locais isolados da Amazônia, as comunidades indígenas contam com o Exército como única imagem palpável da existência do Estado brasileiro, tendo a oferta de serviços básicos de saúde, educação e cidadania.

    A participação do índio ocorre em todos os círculos hierárquicos da Força, incluindo o mais alto deles, o de oficiais-generais. Atualmente na reserva e presidindo a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o General de Brigada Franklimberg Ribeiro de Freitas é da etnia Mura e comandou a 1ª Brigada de Infantaria de Selva.

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